Rafaella Marques a.k.a RAFUSKA MARKS 

Atriz e performer brasileira, atualmente morando em Berlim, graduada em Artes Cênicas na Faculdade de Artes do Paraná em 2004.

Entre 2004 e 2010 participou de diversos festivais no Brasil e no mundo, como atriz em produções da cia Vigor Mortis e da cia Silenciosa. Também atuou com o grupo Thrillpeddlers em São Francisco, nos Estados Unidos.

Em 2010 a convite do Instituto Goethe, passou uma temporada Berlim, onde estudou alemão e acompanhou os ensaios do teatro Maxim Gorki.

Participou como atriz dos filmes: "Morgue story” e "Nevermore- nightmares of Edgar Allan Poe", ambos dirigidos por Paulo Biscaia Filho.

Atriz de diversos comerciais em São Paulo, onde também atuou como apresentadora, entrevistadora e radialista.

Em 2012 se muda para Madri, Espanha, onde colabora com a Draft.inn – space for risk in the performing arts, ao lado do dramaturgo espanhol José Manuel Mora.

Participa como performer do International Theatre Forum- Theatertreffen, em Berlim com a artista e performer Edit Kaldor.

Em 2013, atua no Teatro Español, Madri, na peça "Angst und Abscheu in der DDR”,  texto: Dirk Laucke. Também colaborou na produção de “-1” de Peeping Tom e Draft.inn, no festival XSmall, Bruxelas, Bélgica.

Participou do workshop e atuou na Biennale de Teatro di Venezia, com direção de Jan Lauwers da Needcompany.

Em 2014 participou do workshop e performance com direção de Rodrigo Garcia. Escreveu, dirigiu e atuou em sua performance solo MANIFESTO CIRÚRGICO. Participou na Biennale di Teatro di Venezia do workshop de Falk Richter, autor e diretor do teatro Schaubühne de Berlim.

Em 2015 foi assistente de direção de Carlota Ferrer em "Fortune Cookies” no Centro Dramático Nacional, em Madri. Também fez sua performance Manifesto Cirúrgico no Agora e no Cafe Dritte Raum em Berlim.

Em 2016 cria e atua na performance “El monstruoso escaparate de los monstruos” primeira produção com a Casa Selvática, ao lado dos artistas Ricardx Nolascx e Gabriel Machado.

É integrante do coletivo feminista “Guerrilla Coños” e do “Coletivo Fango”.